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Emigrantes recebem 6.500 euros para regressar a Portugal

Carlos Baltasar

Carlos Baltasar

Trabalha há mais de 15 anos em imigração e relocation de recursos humanos. Fundador da New Way e CEO com licenciaturas em Gestão de Empresas e em Psicologia. Diretor de Marketing na Danone Portugal e Polónia com experiência pessoal como expatriado. Gestor de Produto na Unilever/Jerónimo Martins.

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A medida arranca no início de Julho. Os emigrantes ou luso-descendentes podem receber um apoio superior a 6.500 euros para voltarem e trabalharem em Portugal. O IEFP conta gastar 10 milhões.

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) prometeu dar um apoio de até 6.536,40 euros aos emigrantes ou luso-descendentes que voltem a trabalhar em Portugal. A iniciativa deve arrancar já no início de julho. Só até ao final de 2019, o IEFP conta gastar 10 milhões de euros com esta medida, o Programa Regressar, aprovada em março

Iniciativa do Programa Regressar

São 1.500 as pessoas que se podem candidatar ao Programa Regressar. Além do apoio superior a 6.500 euros que cada uma delas pode receber caso volte a Portugal Continental para trabalhar, esses emigrantes também podem ver comparticipadas as despesas das viagens.

Por Ano Emigram Mais de 40.000 Portugueses

Desde a crise de 2010 que o número de Portugueses que imigram anualmente é superior a 40.000 pessoas.

Numa altura em que falta mão-de-obra no mercado nacional, programas de apoio ao retorno de emigrantes são bem vindos, apesar do impacto limitado da medida (1500 emigrantes).

A falta de competitividade do mercado português face a outros países Europeus na atracção de mão de obra qualificada ou técnica, também não ajuda à sua implementação e ao sucesso da medida.

Emigrantes com dificuldades para regressar

Em declarações ao Público, Miguel Cabrita anteviu alguma resistência da comunidade portuguesa além-fronteiras para aderir à iniciativa.

“Os programas de regresso de emigrantes são programas complexos, têm até algum historial de dificuldades.”

“os programas de regresso de emigrantes são programas complexos, têm até algum historial de dificuldades. Da mesma maneira que as pessoas não tomam de ânimo leve a decisão de sair, regressar também não é uma coisa imediata”, explicou. Desta Forma, a IEFP pretende trabalhar em medidas para encorajar e apoiar os emigrantes a regressar numa perspectiva de médio prazo.

Fonte: Observador

Assessoria em Imigração e Relocation

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